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ABEM na luta pelos direitos dos pacientes com Esclerose Múltipla.

 

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ABEM na luta pelos direitos dos pacientes com Esclerose Múltipla

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Mais uma vez a ABEM está lutando para incorporar um novo tratamento gratuito na rede pública de saúde de todo o Brasil para os pacientes com Esclerose Múltipla. E a exemplo das vezes anteriores, precisamos de sua participação.

Como parte dos nossos esforços também estamos engajados na coleta de assinaturas em uma petição pública que visa sensibilizar as nossas autoridades governamentais para que seja incluída mais uma opção de tratamento. Mais do que uma nova opção para o tratamento da Esclerose Múltipla, estamos falando de um tratamento oral.

E pela nossa experiência lutando por mais de 29 anos ao lado dos pacientes, sabemos bem que o tratamento oral traria um enorme impacto positivo na qualidade de vida dos pacientes. Entre outras coisas, além de fácil administração, não necessita de refrigeração e pode ser distribuído nas farmácias de alto custo do SUS.

Aprovado pela ANVISA e já disponível para venda no Brasil desde 2011, o medicamento oral possui um custo de R$ 6 mil aproximadamente, preço equivalente a de outros medicamentos para o tratamento da Esclerose Múltipla que são disponibilizados hoje pelo SUS.

Infelizmente este custo impede que uma grande parcela dos pacientes com Esclerose Múltipla tenha acesso a um tratamento mais fácil, menos doloroso, que aumenta a qualidade de vida do paciente e é tão seguro quanto os que já são oferecidos gratuitamente.

Além da petição, a ABEM vem promovendo uma série de ações junto aos órgãos governamentais e a população em geral há algum tempo sobre o fornecimento deste tratamento.

Em meados de 2012 estivemos em audiência pública em Brasília, bem como enviamos oficio para o CONITEC (comitê ligado ao Ministério da Saúde que faz as recomendações sobre a incorporação de novas tecnologias em saúde) para entender o procedimento de inclusão do medicamento de uso oral. Para nossa surpresa o dossiê juntado para discussão e consequente aprovação foi arquivado, sem ao menos ter sido colocado em consulta pública para conhecer a necessidade da população. 

Este assunto tem sido objeto de muitas ações judiciais para garantir que o Estado forneça o medicamento. O resultado, apesar de muito suado, é muito satisfatório. Tivemos 100% de êxito nas demandas judiciais, o que gera um precedente bastante interessante para a inclusão do medicamento no protocolo de alto custo. 

E para o nosso próximo passo, pedimos a sua ajuda neste momento que pode mudar a cara do tratamento da Esclerose Múltipla no Brasil, beneficiando diretamente a qualidade de vida dos pacientes.

Envolva-se! Contamos com sua participação na assinatura da petição e divulgando nossa campanha.

 

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